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domingo, 3 de abril de 2011

Décima Oitava Carta: Neve.

"Esses sorrisos não diminuem a dor que sinto ouvindo essas palavras. É tão triste, tão duro. É para a posteridade que minha tristeza serve de piada. Enquanto você fala e eu presto atenção, pessoas riem. Mas que se danem elas. O que me entristece não é a zombaria, nem a 'notoriedade' atrás delas. O que me entristece é ter de ouvir essas palavras tão difíceis. Olho para cima, respiro fundo, suas palavras se misturam com o ar gélido e caem como neve."

Cartas Diretas, obrigado.
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